Curtas

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Reforma da Igreja Nossa Senhora da Conceição
O bispo da Diocese de Barra do Piraí- Volta Redonda, D. Luiz Henrique da Silva Brito, apresentou na quarta, 24, o projeto da reforma da Igreja Nossa Senhora da Conceição, localizada no Conforto. O santuário foi nomeado há cerca de dois anos pelo Vaticano como co-catedral da diocese, sendo de fato a atual sede do bispado regional. O projeto foi elaborado pelo engenheiro Maycon Ferreira, especializado em arquitetura sacra, que se inspirou no estilo românico para repaginar a co-catedral. “Este é um projeto que vai beneficiar toda a sociedade, fomentando o turismo religioso, por exemplo. Vamos dar a Volta Redonda e à nossa região um templo digno de sua importância”, crê o religioso.
Pelo projeto, a fachada manterá as placas de aço que representam os Dogmas Marianos. Mas, mesmo preservando a estrutura original em muitos pontos, o número de janelas será ampliado, para aumentar a ventilação e a luminosidade. O templo também ganhará uma torre, onde serão abrigados uma cripta e um mirante. E haverá espaço para os ritos batismais e ainda uma cúpula para o altar na nave principal. Além disso, há também a previsão da criação de um museu sobre a co- catedral e a diocese de uma forma geral.
O diretor-presidente do IPPU-VR, Abimailton Pratti, entende que os envolvidos no projeto estão escrevendo os nomes na história do Sul Fluminense. “O projeto é lindo e vai gerar benefícios enormes para toda a região, fora até do círculo católico. Vamos apoiar e orientar para que a parte burocrática seja vencida o mais rápido possível”, prometeu.
Participaram do evento o secretário de Comunicação, Rafael de Paiva; o vigário- geral, Alércio de Carvalho; o padre responsável pela Igreja Nossa Senhora da Conceição, Alex Soares; o coordenador do setor de Patrimônio da diocese, Padre Márcio; além de integrantes da comissão de patrimônio histórico da diocese e da paróquia onde ocorreu a reunião.

Dicas para compra de automóveis
O Procon de Volta Redonda tem recebido diversas reclamações de consumidores em relação à compra de carro tanto em lojas oficiais quanto nas agências ‘pardais’. A autarquia, inclusive, preparou uma série de orientações e dicas para que o consumidor não tenha problemas ao adquirir seu automóvel, garantindo uma compra segura. “Temos notado um aumento de reclamações sobre valores diferentes quando chega o carnê de financiamento, problemas de vícios (defeitos), falta de documentação. A orientação principal é que não se deve comprar um carro sem a consulta de um mecânico”, frisou o coordenador do órgão, João Silveira.
Dentre as orientações, o Procon-VR ressalta que,
ao realizar a compra de um veículo, a pessoa deve exigir o laudo cautelar de empresas autorizadas, pois esse documento traz o histórico do carro, incluindo informações como: se o veículo for proveniente de leilão, se sofreu colisão que compromete a estrutura, as condições da mecânica do automóvel.
Outra orientação é quanto à documentação do automóvel. O Procon-VR orienta que o consumidor deve procurar a Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito) – órgão do Detran – para consultar se o veículo se encontra totalmente desembaraçado e livre para comercialização.
Quanto ao financiamento, o consumidor deve se atentar em relação à taxa de juros; ler atentamente todas as cláusulas do contrato,
verificando se não estão incluindo seguros do veículo, seguros prestamistas e outros itens. “Muitos vendedores usam essa artimanha de inserir o seguro para se livrar de correção de possíveis vícios (defeitos). Com isso, transferem para o comprador o custo de reparos e consertos. Isso é ilegal. É venda casada”, ressaltou o coordenador do Procon-VR.
Também é importante, segundo a autarquia, exigir no ato da compra o CRV (Certificado de Registro do Veículo) em nome de quem está vendendo. Se for a concessionária, o documento deve estar no nome da empresa.
O Procon em Volta Redonda fica à Rua Leopoldo Marçal, 117, no Aterrado. O atendimento é feito das 9 às 16 horas e o telefone de contato é o (24) 3339-9205.


Alunos desenvolvem bengala inteligente

O projeto de uma bengala inteligente para deficientes visuais foi desenvolvido por alunos do curso de robótica do último ano do ensino fundamental do Colégio João XXIII, localizado no Retiro. Dois protótipos, inclusive, já foram apresentados e testados por Taís, uma aluna da unidade que tem deficiência visual. No final da avaliação, ela apontou melhorias que podem ser feitas pelos alunos para facilitar a utilização.
A Bengala Inteligente se propõe a auxiliar as pessoas com deficiência através de sinais sonoros ao se aproximarem de um obstáculo. E ainda conta com o recurso de vibrar quando está próxima demais de algo que esteja atrapalhando o percurso. Assim que não houver mais obstrução no caminho, a vibração para. A bengala é fácil de transportar, tem botões de toque e vai utilizar bateria recarregável.
O presidente da Fevre, Caio Teixeira, avaliou a iniciativa como fundamental e destacou o papel dos estudantes neste projeto. “É uma enorme satisfação podermos apoiar um projeto desse, que ajuda as pessoas com deficiência e, principalmente, ver que isso está sendo feito por alunos. Estamos ajudando e educando no mesmo projeto”, afirmou Caio.
A secretária da Pessoa com Deficiên- cia, Eliete Vasques, também elogiou o projeto. “É com grande entusiasmo e orgulho que comento sobre o extraordinário projeto desenvolvido por alunos da Fevre, que se dedicaram à criação de uma bengala automatizada para deficientes visuais. Ao utilizar a robótica para melhorar a mobilidade e a independência de pessoas com deficiência, este projeto reforça a ideia de que a tecnologia pode e deve ser uma aliada na superação de barreiras físicas e sociais”, frisou Eliete.
O professor de Robótica e mentor dos alunos na ideia da Bengala Inteligente, Frederico Pitasse, destacou a questão social da iniciativa. “Aqui, trabalhamos muito com competição, mas sempre nos preocupamos também com o social. E, a partir das ideias dos alunos, juntamente com a secretaria, nós desenvolvemos a bengala inteligente, que é o nosso protótipo, onde a gente vem trabalhando para ajudar de uma forma geral a população”, ressaltou Frederico.
Aluno do projeto de robótica e membro da equipe que está desenvolvendo a Bengala Inteligente, Luiz Filipe Pires contou como é participar da iniciativa. “É bem mais gratificante do que participar de uma competição; em um campeonato você ganha no máximo uma medalha, neste projeto, nós mudamos a vida de muitas pessoas”, salientou.


Rotativo passa a usar parquímetros

Na quarta, 24, entraram em funcionamento os primeiros 47 parquímetros do estacionamento rotativo de Volta Redonda. A princípio, eles vão servir aos motoristas que utilizam as vagas oferecidas na Vila, Aterrado e Avenida Amaral Peixoto. De acordo com o presidente da EPD-VR, Edvaldo Silva, a instalação dos aparelhos vai servir para oferecer aos usuários do serviço mais uma forma de contratação, se complementando às outras modalidades, como aplicativo, monitores e pontos de venda.
“O objetivo é facilitar para o usuário na hora de contratar
o serviço ou regularizar eventuais pendências. Atualmente o
aplicativo para celular e smartphone é a opção mais utilizada (62%), e agora o parquímetro vem agregar como mais uma tecnologia para ajudar o motorista a usar o serviço”, detalhou Edvaldo, acrescentando que, atualmente, os usuários do estacionamento rotativo contam com 50 monitores e nove pontos de venda para atendimento.
Os novos parquímetros aceitarão como forma de pagamento cartões de crédito e de débito, além das tradicionais moedas. Os equipamentos contam com um painel demonstrando a forma de usar. No final da operação, um tíquete é emitido, comprovando o pagamento realizado. “Além dos motoristas que já costumam utilizar o estacionamento rotativo, como moradores e pessoas que trabalham na cidade, por exemplo, o parquímetro vai beneficiar também quem vem de outras regiões para visitar a cidade e não utiliza o aplicativo”, acrescentou Edvaldo, que só não informou quem ficou encarregado de adquirir os parquímetros. Se a EPD ou a VR Parking?

Arrecadação
De janeiro a março deste ano, o VR Parking – sistema de estacionamento rotativo de Volta Redonda- já arrecadou quase R$ 1 milhão – exatamente R$ 915.978,91. O mês com maior arrecadação foi janeiro, que gerou um lucro para a empresa de R$ 320 mil.