Conforto
O proprietário de um mercado existente na Rua 5, no Conforto, continua achando que Volta Redonda ainda é uma cidade caipira, sem rádio, sem TV, sem jornais e sem internet. Pior, sem leis. É que o estabelecimento continua usando árvores e postes públicos – o que é ilegal – para tentar aumentar o faturamento da loja, principalmente nos finais de semana. Cadê a fiscalização?

Erro (I)
Quem não é de Volta Redonda e passa pela Avenida Nelson dos Santos Gonçalves, a da rodoviária, para ver uma prova no Kartódromo Internacional ou assistir a um evento na Ilha São João, está sendo induzido ao erro por culpa da secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana do município. É que as placas de sinalização forçam os motoristas a utilizar a Avenida Gustavo Lira em direção ao Aterrado, Niterói e Retiro, entre outros. Só que, no final da via, o trânsito é desviado, à direita, em direção ao trevo da Colina, onde fica o Clube Comercial, para aí sim pegar a direção certa. Detalhe: no local não existe nenhuma placa indicando o caminho para o Kartódromo. Quem é de fora dança.
Erro (II)
Ou seja, por culpa da ineficiência da pasta, os motoristas de fora perdem tempo e dinheiro. Também, o que esperar da secretaria de Transportes, que não está nem aí para quem precisa atravessar a Rua 161-B, no Laranjal, onde existia – já não existe mais – uma passagem de pedestres para quem descia dos ônibus em direção ao Hospital Santa Cecília? “Cada um que se vire para atravessar a rua sem risco de ser atropelado”, deve ser o pensamento do responsável por apagar ou pintar as passagens de pedestres pela cidade. Pior é que o polêmico titular da pasta – Paulo Barenco – nem se dá ao trabalho de justificar a grosseira falha.

Inovando
Como a Prefeitura de Volta Redonda parece não estar nem aí para o problema do excesso de fios inúteis nos postes de iluminação da cidade do aço, um gaiato de plantão decidiu agir por conta própria: literalmente cortou os fios soltos de um poste localizado na Praça da 60, conhecida como ‘a praça do avião’. Agora, ele espera que o poder público pelo menos recolha a fiação que foi deixada na calçada.

