quinta-feira, maio 7, 2026
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Vamos fazer um ano novo feliz?

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2018 acaba de nascer e o sol, mesmo intercalado com a chuva, o jacatirão florido, o flamboiã espalhando vermelho pelas calçadas, o jacarandá colorindo de azul o verde e o chão, me dizem que 2018 pode ser bom. Precisa ser melhor. Tem de ser melhor. Tivemos anos muito difíceis, repletos de corrupção e impunidade, que fizeram o país mergulhar em desemprego, inflação, falência da saúde, da segurança, da justiça.

 

Por isso, não desejo muito deste novo ano. Peço apenas o possível: crianças na escola, velhos assistidos, ou seja: educação e saúde neste nosso Brasil e por todo este mundão de Deus; trabalho para todas as pessoas e alimento na mesa de todos, em qualquer lugar; ética e honestidade em todos as atividades do ser humano, principalmente na “política” e conscientização geral de que precisamos preservar a natureza para que haja um futuro amanhã.

 

Que saibamos cuidar do nosso meio ambiente. Que paremos de desmatar, que possamos diminuir a poluição, para que nossos filhos e netos possam ter um mundo viável mais adiante. Não quero, para todos nós, filhos de Deus, uma felicidade instantânea e fácil; quero uma felicidade conquistada, verdadeira e merecida. Uma felicidade perene.

 

Quero sorriso no rosto das pessoas, mas não sorrisos tristes. Quero sorrisos iluminados, pejados de fé e esperança, que se não os houver, não haverá vida. Quero luz no olhos de toda a gente, faróis a apontar o caminho. Quero paz no coração de todo ser humano, quero carinho a semear ternura, quero uma canção em todos os lábios, a propagar a fé.

 

Quero pedir aos homens, principalmente aos que detém o poder, o fim das guerras, que o seu coração foi feito para abrigar a paz, e seus lábios, suas mãos e seus olhos foram feitos para disseminá-la. O homem não foi feito para deter o poder em suas mãos e com este poder destruir seu semelhante. Peço à força maior que rege o universo que erradique do coração do homem a ganância, a inveja, o ódio, a indiferença.

 

Não estou pedindo nada impossível, tudo o que peço pode se tornar realidade, se todos quisermos. E precisamos querer, para que este ano que se inicia seja bom, seja melhor que os anteriores. Para que os nossos sonhos possam continuar, para que possamos ter esperança de realizá-los.

 

A poesia aguça a nossa capacidade de amar, de sermos solidários, de preservar a vida e a natureza, de cultivar a paz. E precisamos disso para iniciar o ano novo.

Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor, Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA, com 36 anos de trajetória, cadeira 19 na Academia SulBrasileira de Letras. luizcarlosamorim.blogspot.com.br www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br

 

Aritmética da sobrevivência

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É notório que o instinto humano de sobrevivência nos recomenda um desenvolvimento econômico solidário e sustentável, que a todos inclua. Meta ousada, que requer adesão geral.

Se bem esclarecido e educado desde o berço, qualquer um pode colaborar. Imaginemos uma família. No início de sua formação, os responsáveis abastecem o lar, proporcionando alimento, educação, vestimentas etc. aos filhos, netos, sobrinhos, enteados, irmãos, primos. Contudo, até as crianças, quando devidamente instruídas, prestam expressivo serviço à economia da casa. Pequenos gestos, como não deixar a luz acesa desnecessariamente nem a torneira aberta durante a escovação dos dentes, fazem grande diferença. Para visualizar o excelente resultado dessas medidas simples, basta somá-las ao total de residências no planeta. Teremos, assim, uma boa iniciativa e mais bilhões de outras.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. [email protected] — www.boavontade.com Trecho extraído do novo livro Tesouros da Alma (Editora Elevação), de Paiva Netto, 304 páginas.

Cultura popular

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Folia de Reis 03

Será realizada amanhã, domingo, 14, das 11 à meia noite, na Praça Marcello Fonseca Drable, na Água Comprida, uma das festas mais importantes da cultura popular de Barra Mansa. Trata-se da Jornada da Folia de Reis e São Sebastião. O evento conta com apoio da Fundação Cultura Barra Mansa e segue em devoção à São Sebastião até 20 de janeiro, quando é comemorado o dia do padroeiro do município, com visita às casas, entoação de músicas populares e cânticos bíblicos em homenagem aos reis magos e ao nascimento de Jesus.

 

O presidente da Fundação Cultura, Marcelo Bravo, avalia que a cultura popular é e sempre será prioridade no município. “A base da formação da cultura barramansense é a cultura popular. A Folia de Reis é uma das tradições mais potentes que temos e continuará sendo fomentada com o que estiver ao alcance da Fundação de Cultura. É nosso compromisso manter viva, esta tradição”, afirma.

 

Para o vereador Roberto Beleza, o encontro aproxima e mantém viva a tradição de Barra Mansa. “As Jornadas da Folia de Reis e São Sebastião mantém as tradições de cultura popular e religiosa, vivas. O envolvimento dos barramansenses e até mesmo de foliões de outras cidades, como Volta Redonda, Pinheiral e Barra do Piraí são nítidos quando falamos em Encontro de Jornadas de Folia de Reis e São Sebastião. É um acontecimento que todos já esperam”, disse.

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