sexta-feira, fevereiro 23, 2024
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Rumo ao Canton

Na tarde de segunda, 30, as secretarias de Esporte e Lazer (Smel) e Ação Comunitária (Smac) apresentaram para cerca de 500 dos 7.800 idosos que fazem parte dos grupos do projeto ‘Viva a Melhor Idade’ a programação da viagem a Teresópolis com destino ao resort do Hotel Le Canton, na região Serrana do Rio de Janeiro, onde a diária gira de R$ 672 a R$ 1.122, com base nas tarifas médias de quartos standard.
Ao todo, o governo Neto prevê investir R$ 3 milhões para retomar o projeto da viagem dos idosos, que lançou no seu último mandato à frente da prefeitura de Volta Redonda. “A viagem da Melhor Idade está retornando após quatro anos. Os idosos de Volta Redonda merecem esse reconhecimento, pois são um exemplo para o município. E (a viagem) é uma forma de agradecer aos idosos por acreditarem na nossa cidade”, comentou Neto.
O primeiro grupo já vai viajar na segunda, 6. Ao todo, segundo a secretária de Esporte e Lazer, Rose Vilela, os idosos foram divididos em 17 grupos. “O primeiro vai viajar no dia 6 de junho, e o cronograma das viagens seguirá até o dia 21 de novembro”, detalhou, anunciando que todos poderão desfrutar das atrações do resort, com direito a café da manhã, almoço, chá da tarde e jantar.
A secretária de Ação Comunitária, Carla Duarte, comentou a participação dos idosos nos grupos de Convivência da Smac. “A viagem é um presente para todos que participam dos projetos para a Melhor Idade, cada vez mais ativa na nossa cidade. Através das atividades, os participantes conseguem melhorar a saúde, reduzindo o uso de remédios controlados, diminuindo as internações médicas e fortalecendo o convívio social”, pontuou.
Assessor especial do governo Neto, o ex-deputado federal Deley de Oliveira, que é pré-candidato à Câmara, estava feliz com o retorno do projeto. “É um orgulho para todos nós e para nossa cidade o retorno das viagens do projeto ‘Viva A Melhor Idade’. Esse trabalho é fundamental para a expectativa de vida dos idosos, sendo um instrumento contra a depressão, além de celebrar a vida, principalmente pós-pandemia”, comentou.
O evento contou com a presença do secretário de Cultura, Anderson de Souza, da secretária de Infraestrutura, Poliana Gama, da secretária de Planejamento, Cora Peixoto, do secretário de Ordem Pública, Luiz Henrique, do radialista Dário de Paula, e dos vereadores Neném, Renan Cury, Hálison Vitorino, Cacau da Padaria, entre outras. Neném e Renan Cury também são pré-candidatos para as eleições de outubro. Neném à Câmara, Renan à Alerj.

‘O Sobrevivente’
A galeria de arte Clécio Penedo está promovendo, até o dia 24 de junho, a exposição ‘O Sobrevivente’, de Marcello Freire, jovem artista barra-mansense que traz em suas obras um personagem ficcional autoral que interage em ambientes extremos, propondo narra-tivas imaginárias sobre a manutenção da vida. A galeria fica no Palácio Barão de Guapy, na Praça da Bandeira, e as visitas poderão ser feitas de segunda a sexta, das 8 às 17 horas, e aos sábados e domingos, das 9 às 15 horas.
De acordo com Marcelo Freire, a pesquisa para criação do personagem ‘O Sobrevivente’ aconteceu em meados de 2019 – período marcado pela crescente de queimadas e discussões sobre o impacto das ações no meio ambiente e o risco de extinção da própria espécie.
A Galeria de Arte Clécio Penedo tem em seu acervo obras permanentes e itinerantes de diversos artistas locais e de várias partes do mundo. Inaugurada em 2020, recebe visitas guiadas, oficinas e atividades em grupo mediante agendamento, que pode ser feito através do telefone (24) 3326-0405 ou pelo e-mail: [email protected].

 

O movimento cultural da Jovem Guarda pode ser reconhecido como Patrimônio Histórico Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. É o que propõe o Projeto de Lei 1.780/19, da deputada Martha Rocha (PDT), que a Assembleia Legislativa aprovou, em segunda discussão, e que já está nas mãos do governador Cláudio Castro, que tem até 15 dias úteis para sancioná-lo ou vetá-lo. Na justificativa do projeto, a deputada explica que o movimento surgido na década de 1960, mesclando música, comportamento e moda, impactou profundamente os cenários artístico e musical brasileiro e fluminense. O movimento surgiu a partir do programa homônimo comandado por Erasmo Carlos, Roberto Carlos e Wanderléa.

Na sexta, 27, a diretoria do Sistema OCB/RJ, da chapa ‘Nós, Somos Coop!’ tomou posse durante sessão festiva na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. O presidente da entidade, Vinicius Mesquita, reeleito para mais quatro anos, afirmou que o cooperativismo é um elemento fundamental para o desenvolvimento econômico do estado. E destacou que, em 2020, as 565 cooperativas do Rio movimentaram R$ 11 bilhões, reunindo mais de um milhão de pessoas. “O nosso compromisso é tornar o cooperativismo do Rio de Janeiro um exemplo para o Brasil; e modificar a sociedade fluminense através desse modelo de negócios, porque ele tem condição de transformar vidas, como fez com a minha”, destacou.
Com a eleição, Vinicius Mesquita assume também, automaticamente, a presidência do Sescoop/RJ. A eleição definiu ainda membros do Conselho Fiscal que estarão à frente da instituição até 2026.
O superintendente do Sistema OCB/RJ, Abdul Nasser, aproveitou para deixar uma reflexão sobre o potencial do cooperativismo do Rio de Janeiro, lembrando que o estado é a terceira maior economia do Brasil, apesar das dificuldades e características atípicas, como o fato de ser o único em que o seu principal produto não contribui tributariamente para a sua economia, pois o pagamento do tributo é no destino e não na origem; e, ainda, é o segundo maior mercado consumidor, mas os impostos desse consumo ficam na origem e não no estado do Rio.
Em contrapartida, o cooperativismo fluminense, ressaltou Nasser, está muito longe da expressão que a economia do Rio tem nacionalmente. “Mas, felizmente, o cooperativismo do Rio é o que tem mais potencial para crescer. Se estamos na terceira maior economia do Brasil, o cooperativismo do Rio precisa ser, pelo menos, o terceiro maior e mais relevante do país; as nossas cooperativas não podem ser pequenas, temos que ousar, pensar além, nos valorizar e assumir a importância que nossas cooperativas têm para gerar justiça distributiva e democracia econômica”, avaliou Nasser. Ele ressaltou que é possível fazer com o que o Rio de Janeiro tenha protagonismo nesse modelo de negócios, como acontece em Santa Catarina, que tem 7 milhões de habitantes e metade da sua população é sócia de cooperativas.

No último final de semana, o espaço ‘Família Animal’, mantido pela prefeitura de Volta Redonda, conseguiu viabilizar a adoção de 38 animais, entre cães e gatos. Os animais que participam da campanha são provenientes de ações de apreensões ou vítimas de maus-tratos. A coordenadora de Proteção e Bem-Estar Animal, Ana Andrade, está animada com o sucesso das adoções. “O evento ‘Família Animal’ está cada vez mais ganhando visibilidade, e quando conseguimos encontrar um lar seguro para os animais é uma felicidade imensa. Durante a adoção ressaltamos que a guarda é responsável, e os adotantes assinam um termo de responsabilidade e após um período a equipe da Coordenadoria faz visitas regulares aos adotantes para o acompanhamento desses animais”, disse.

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