Recado dado

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Assim como centenas de cidades, Volta Redonda e Barra Mansa também foram atingidas pelas manifestações de ontem, sexta, 28, batizadas de ‘Greve Geral’, convocadas pelas centrais sindicais para protestar contra as reformas das leis Trabalhistas e ainda da Previdência, prioridades do governo Michel Temer (PMDB). Na cidade do aço, a onda de protesto ficou a cargo do Sindicato dos Metalúrgicos e do Sepe. Começou de madrugada, com um bloqueio na Passagem Superior da CSN, na Vila.

Os manifestantes bloquearam ainda a BR-393 nos dois sentidos, tumultuando o trânsito da cidade do aço. A Avenida Amaral Peixoto, por volta das 7 horas, estava toda tomada por carros. Na faixa seletiva, uma longa fila de ônibus vazios chamava atenção. A Avenida Nelson Gonçalves, nas proximidades da rodoviária, fiou bloqueada por pneus. Os carros só voltaram a circular quando a GM chegou e retirou os pneus.

O nó no trânsito foi intenso nas primeiras horas da manhã, tanto que as lojas demoraram a abrir. Algumas nem abriram, o que deu a falsa impressão de um ‘meio feriado’. Até a tradicional missa das sextas-feiras na Igreja Nossa Senhora das Graças, no Aterrado, estava vazia – o que não é de costume.

Já em Barra Mansa, a manifestação aconteceu nas avenidas Domingos Mariano e Joaquim Leite. À frente dos manifestantes estava Inês Pandeló, ex-prefeita e ex-deputada estadual do PT. O comércio, como em Volta Redonda, também demorou a abrir. Só que o protesto não durou muito. Terminou antes do almoço.

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