Metalmecânico

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Márcio Lins, diretor de Siderurgia da CSN, se encontrou na terça, 29, com empresários do setor metalmecânico do Sul Fluminense e conversou sobre a crise econômica e a expectativa do mercado para o próximo ano. “Sem dúvidas, em 2016 a CSN enfrentou sua pior crise econômica”, admitiu Márcio, apostando em uma recuperação em 2017. “Temos recebido sinais de novo ânimo no mercado doméstico. Por isso a empresa retomou o funcionamento do Alto Forno 2”, contou.

Segundo Márcio, a CSN reduziu cerca de dois mil postos de trabalho em 2016 e pretende recuperar pelo menos a metade deste número até o segundo semestre do ano que vem. “As previsões apontam que vamos fechar este ano com produção de 3,2 milhões de toneladas de aço (…). A CSN pretende investir de 2017 a 2021 cerca de R$ 4,5 bilhões na Usina Presidente Vargas”, disse, sem detalhar quais os tipos de investimentos estão previstos e se eles vão gerar novas vagas de emprego na UPV.

O encontro foi promovido pela diretoria do Sindicato das Indústrias Metalmecânicas do Sul Fluminense (Metalsul) e reuniu dezenas de empresários. A presidente do órgão, Adriana Silva, abriu o evento falando da importância de se aproximar CSN com as empresas de base do Sindicato. “Essa aproximação da companhia com os associados é vital para alavancar novas oportunidades de negócios”, destacou. É. Pode ser.

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