domingo, junho 16, 2024
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Medo nas escolas

Barra Mansa discute ações de segurança nas escolas

Ainda assustados com o assassinato de uma professora dentro da sala de aula em uma escola em São Paulo, o Conselho Comunitário de Segurança Escolar de Barra Mansa realizou na quarta, 29, a sua primeira reunião de 2023. Estavam presentes a vice-prefeita, Fátima Lima, o secretário de Ordem Pública, capitão Daniel Abreu; o comandante da GM, Paulo Sérgio Valente; o comandante do 28º Batalhão da PM, coronel Ronaldo Martins Gomes da Silva, além de diretores de colégios do município, entre outros.
No encontro, foi ressaltada a necessidade da unificação das ações para todas as unidades de ensino da cidade. Fátima Lima, por exemplo, destacou a parceria entre o Conselho, as unidades de ensino e os órgãos de segurança para o dia a dia escolar. “Nós sempre estivemos muito preocupados com o bem-estar da comunidade estudantil. A presença de todos aqui é muito importante para discutir e analisar todas as demandas, a troca de
experiências e a busca por soluções em comum para os diversos problemas. Quando unimos forças, os resultados são mais contundentes”, disse.
A presidente do Conselho Comunitário de Segurança Escolar e diretora do Colégio Estadual Baldomero Barbará, Regina Dornas Messias, salientou a necessidade da unificação das ações nas instituições de ensino, independente dos bairros e se são públicas ou privadas.
“Nós realizamos esses encontros desde o ano passado para discutir e fazer os encaminhamentos dos casos em que a escola esgotou todas as possibilidades e precisa de
um apoio fora da unidade de ensino. Diante dos acontecimentos recentes (em São Paulo, grifo nosso) ligados à violência dentro do ambiente escolar, infelizmente, temos que trazer o assunto à tona para prevenir”, comentou.
O crescente número de casos ligados à violência no Brasil nas escolas, como abusos, ameaças ou bullying, também foi assunto do encontro para tratar ações de prevenção e diminuição dos índices no município. “Nosso objetivo é analisar a saúde mental dos alunos, os relatos de abuso, racismo e bullying para avançarmos em um protocolo único, para que todas as escolas municipais, estaduais e particulares, possam ter a mesma conduta em
determinadas situações”, pontuou Regina.
Já o coronel Ronaldo Martins Gomes da Silva pediu que todos fiquem atentos. “A intenção principal é a prevenção de qualquer abuso, em qualquer lugar. Mas precisamos deixar nossos professores e todos que trabalham dentro dos colégios atentos para qualquer tipo
de adversidade e assim evitar fatalidades. É importante todos estarem observando e em alerta para qualquer tipo de fato que fuja da normalidade”, disse.

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