sexta-feira, fevereiro 23, 2024
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‘Lembrem de mim’

Ex-secretário de Transporte de Volta Redonda, Maurício Batista confirma candidatura a deputado estadual

O ex-vereador Maurício Batista, que foi secretário de Transporte da prefeitura de Volta Redonda, é mais do que nunca candidato à Alerj. Em entrevista exclusiva ao aQui, ele desmente os boatos que surgiram dando conta que sua candidatura teria sido impugnada ou, pior, que ele teria desistido da campanha. “Nunca faria isso”, disparou, aproveitando para informar que ainda este mês lançará, oficialmente, seu nome nas redes sociais. “Já tenho até número como candidato do União Brasil”, ressaltou. Veja abaixo a íntegra da entrevista com Maurício Batista:

aQui: Boatos no meio político dão conta que a sua candidatura à Alerj teria sido cancelada. O que está acontecendo?
Maurício Batista: É claro que não. Sou candidatíssimo. Meu nome já foi aprovado na convenção do União Brasil e só estamos esperando o próximo dia 16, data prevista para o início da campanha eleitoral na internet, para apresentarmos nossos planos.

aQui: De onde surgiram esses boatos?
Maurício Batista: Certamente são frutos da maldade dos meus adversários. Daqueles que trabalham para que eu não consiga atingir meus objetivos que são de me eleger deputado estadual. Nas eleições passadas, em 2018, isso também ocorreu e por conta dos boatos da época e, apesar de ter sido bem votado, acabei não sendo eleito. Fiquei como suplente. Esse ano será diferente.

aQui: Como ex-vereador de três mandatos, o que o senhor espera fazer na Assembleia Legislativa?
Maurício Batista: A experiência que consegui ao longo de três mandatos como vereador de Volta Redonda, e ainda na diretoria da Ciretran, que ocupei de 2018, 2019 e 2020 e, principalmente, como secretário de Transporte da prefeitura de Volta Redonda, me credenciam a propor alternativas que beneficiem a cidade do aço e as cidades vizinhas. Se for eleito, poderei apresentar projetos de leis para melhorar, disciplinar e desenvolver o setor de mobilidade urbana a nível regional. Vamos buscar verbas para a criação de alternativas de transporte entre as cidades do Sul Fluminense. Em Volta Redonda tivemos que propor a intervenção até em uma das empresas (a Sul Fluminense, grifo nosso) e, se for o caso, como deputado estadual poderemos propor o mesmo entre as linhas intermunicipais. Se o serviço estiver ruim, terá que melhorar, doa a quem doer.

aQui: Como o senhor avalia esse plano de mobilidade urbana que está sendo desenvolvido pelo governo do Estado em parceria com a prefeitura de Volta Redonda?
Maurício Batista: Muito bom. Dará sequência às mudanças que implantei como secretário de transporte. Aliás, promovi mudanças que nenhum secretário municipal de Volta Redonda teve a audácia ou peito para fazer. Hoje temos a mão inglesa no Jardim Amália, na rua do antigo Hospital da CSN. Temos o estacionamento na Rua 33, que aumentou muito a oferta de vagas, inclusive para idosos e deficientes físicos. Criamos uma pista decente em frente ao shopping Park Sul e só lamento, o que me deixou muito triste, foi não ter feito o retorno do Santo Agostinho. Fizemos a licitação e íamos iniciar a obra, mas a Polícia Rodoviária Federal nos impediu de continuarmos com ela, alegando que seria da esfera federal.

aQui: O que mais o senhor tentou implantar em Volta Redonda?
Maurício Batista: Não consegui implantar a mão dupla na Avenida 7 de Setembro até a Colina pois muitos ficaram com medo da novidade. Daria certo, mas o projeto ficou para uma outra oportunidade. A mini rotatória na entrada do Belvedere também foi deixada de lado pelo governo, o que foi uma pena. Teria resolvido o problema de acesso ao bairro. E, por último, motivo de muita tristeza, é que havíamos criado uma faixa de pedestre em frente à Casa dos Parafusos, na Avenida Getúlio Vargas, para atender idosos e cadeirantes que tinham que ir até o Royale para atravessar a pista. No primeiro dia do novo secretário de Transporte, ele mandou apagar a faixa. Os moradores procuraram o secretário, mas este não quis nem ouvir nada. Lamentável. Eu queria resolver o problema de várias pessoas, que ele simplesmente ignorou. Agora, essas pessoas vão procurar o Ministério Público para que a faixa volte a existir.

aQui: Quais são as suas metas se for eleito para a Alerj?
Maurício Batista: Uma das minhas primeiras ações será, caso seja eleito, procurar o governo do estado e a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para propor mudanças em várias cidades da região e na regulamentação dos transportes para diminuir os problemas enfrentados pelos motoristas e pelas empresas, respectivamente. Vamos brigar por preços justos e diferenciados nos pedágios que cortam o Sul Fluminense. Vamos trabalhar, como sempre fiz, com honestidade e vamos apresentar projetos que beneficiem nosso estado, nossa cidade. Vamos, e é bom destacar, acatar sugestões de interesse social da população. Nosso gabinete na Alerj estará aberto a todos.

 

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