segunda-feira, junho 17, 2024
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Grampos Barra Mansa

ENTALOU (I) – Não é só Volta Redonda que convive com as trapalhadas de quem cuida do trânsito, não (vide problemas de altura da ponte do Aero Clube). Em Barra Mansa, a mesma coisa está acontecendo no Viaduto da Cotiara. É que a empresa que recuperou o viaduto, a CCR RioSP, após a conclusão das obras, usou a placa anterior de altura máxima permitida para passagem de veículos (ver foto) sem atentar-se para um pequeno grande detalhe: a existência de uma depressão – com uns 15 cm de altura – na pista que passa sob o viaduto. Ou seja, a altura máxima permitida para a passagem de caminhões diminuiu.

ENTALOU (II) – “A placa está com a altura errada (de 4,10 m) e vem causando prejuízos a dezenas de caminhoneiros”, desabafou o vereador Daniel Volpi Maciel ao enviar à redação o vídeo de um caminhão que ficou preso ao tentar passar pela Cotiara na tarde de terça, 12. “Essa obra é do ano passado e a placa está com a metragem da ponta do viaduto. Com a depressão, não dá 4 metros de altura no retorno. Uma carreta comprida, mesmo com menor altura que a mostrada na placa, agarra”, denunciou. “Vergonha”, disse, prometendo levar o caso ao DNIT, em Brasília. “Incompetência geral da CCR RioSP”, disparou.

CULTURA – A prefeitura de Barra Mansa, via Fundação Cultura e Conselho Municipal de Cultura, promoveu uma reunião com os agentes culturais, produtores e interessados nos editais da Lei Paulo Gustavo (LPG). Presidente do CMC, Augusto Hernandes ressaltou
que todos os artistas que sejam cadastrados, que tenham CNPJ ou que sejam apenas pessoas físicas, podem participar. “É interessante que essas pessoas, que esses artistas oriundos ou não mais atuantes aqui da cidade estejam cadastrados no Cadastro Municipal de Cultura. Nós conselheiros também passamos o endereço da plataforma sempre que somos solicitados, para todos os agentes que nos procuram em função disso”, acrescentou, lembrando que as inscrições podem ser feitas pessoalmente na Fundação Cultura ou através do link na seção ‘linktree’, no perfil da Fundação no Instagram: @culturabarramansa.

RANGO (I) – No final do mês passado, o prefeito Rodrigo Drable anunciou nas redes sociais que o Restaurante Popular, que deveria ser mantido em Barra Mansa pelo governo do Estado, passará a ser administrado pelo município. “Fechamos acordo com o Estado para o restaurante voltar a funcionar até o final do ano!”, disse. Obteve mais de mil curtidas.

RANGO (II) – A novidade gerou comentários favoráveis e contrários. Um deles foi do atual adversário político de Drable, o ex- deputado estadual Marcelo Cabeleireiro. “Eu fico feliz com a notícia”, escreveu, gabando-se de ter trabalhado, enquanto era parlamentar, pela reabertura do restaurante, o que só deverá ocorrer em dezembro, mais de um ano depois de ter perdido as eleições para a Alerj.

RANGO (III) – Cabeleireiro não deixou por menos. “A história recente mostra que a unidade foi fechada em 2016 devido à crise financeira do estado do Rio de Janeiro”, comentou, fazendo uma crítica direta ao governo do Estado. “De lá pra cá, realizei inúmeras reuniões com técnicos do governo e, inclusive, atendendo ao pedido do meu mandato parlamentar, o governador Cláudio Castro veio à cidade verificar de perto o andamento das obras realizadas ao longo do ano de 2022, totalizando investimentos da ordem de R$ 4,5 milhões”, destacou. Vale a pena lembrar que 2022 já acabou, 2023 está acabando e só agora Castro decidiu passar o abacaxi para as mãos da prefeitura de Barra Mansa. Detalhe: a postagem não rendeu nem 100 curtidas. Ficou a ver navios se comparada com a de Drable.

PÁTIO DE MANOBRAS (I) – Na manhã de segunda, 11, os secretários de Governo, Luiz Furlani, e de Ordem Pública, capitão Daniel Abreu, estiveram na Barbará para acompanhar a retomada das obras do viaduto, na altura da Saint-Gobain e que fazem parte da última etapa do projeto do Pátio de Manobras. No local, Furlani lembrou o período em que a estrutura era chamada de viaduto que não levava a
lugar algum. Ainda não leva, né?

PÁTIO DE MANOBRAS (II) – “Essa obra é um marco para o futuro de nossa cidade, fruto de uma gestão que está preocupada em melhorar o dia a dia do munícipe e, principalmente, o trânsito de Barra Mansa. No período de obras neste trecho, pedimos a compreensão dos motoristas, pois o transtorno passa, e a obra fica”, acrescentou, referindo-se ao caos do trânsito na região. Afinal, a Via Sérgio Braga está funcionando em meia pista e o tráfego de carretas e caminhões está totalmente impedido, já que os veículos pesados não podem acessar a Via Dutra pela Boa Sorte.

PÁTIO DE MANOBRAS (III) – Segundo o secretário de Ordem Pública, capitão Daniel Abreu, os motoristas que trafegam diariamente pelo trecho podem buscar rotas alternativas. “Para evitar o trânsito, principalmente em horários de pico, os motoristas podem utilizar outros acessos, como a Ponte Ruth Coutinho, que foi reaberta recentemente, e acessar a Via Dutra pelo bairro São Judas. Pedimos a colaboração de todos neste período, pois é uma obra necessária”, detalhou.

DESFILE – Equipes da prefeitura de Barra Mansa estão finalizando os últimos detalhes do desfile cívico que será realizado no dia 3 de outubro, na Avenida Joaquim Leite, em comemoração ao aniversário de 191 anos da cidade e que deverá contar com a participação de três mil estudantes e funcionários da rede municipal de Ensino. O tema deste ano é ‘Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU)’.

REFIS (I) – Nos primeiros 115 dias de setembro, cerca de 2.220 contribuintes em débito com a prefeitura de Barra Mansa já aderiram ao Programa de Recuperação Fiscal (Refis) do município, que prevê parcelamento de dívidas de IPTU, ISS, ITBI, alvarás, multas e infrações, além dos lançados pelo Saae-BM. As renegociações de IPTU e ISS representam as maiores procuras atualmente – cerca de 80% e 19%, respectivamente.
O prazo para adesão ao Refis vai até dia 8 de dezembro, sendo destinado a pessoas físicas e jurídicas, inscritas em dívida ativa ou não. Os créditos tributários consolidados poderão ser pagos à vista ou parcelados, com redução de juros e encargos moratórios, sendo que o desconto é válido para fatos geradores ocorridos até o exercício de 2022. O valor de entrada para efetivação do pedido deve corresponder a, no mínimo, 5% do montante integral do débito e deve ser quitado até o último dia útil do mês de requerimento do benefício fiscal.

REFIS (II) – Para adesão ao programa, o contribuinte não pode estar com dívida no ano corrente. Em 2023, o devedor que não permanecer em dia com os débitos do ano corrente terá seu Refis automaticamente cancelado. Caso isso seja efetivado, o contribuinte não poderá aderir novamente para o mesmo débito. Importante ressaltar que, caso o parcelamento seja cancelado, ocorrerá a inscrição do saldo remanescente em dívida ativa.

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