Grampos

Luto (I) – O meio empresarial da região está de luto, com a morte do empresário Sérgio Loureiro, 83, ocorrida na terça, 15, vítima da Covid-19. Ele foi fundador da Transporte Excelsior, uma das maiores do setor de transporte de produtos siderúrgicos da usina da CSN para todos os estados brasileiros. Casado com Alvani Goulart Loureiro, deixou três filhos: Roberto, Ronaldo e Rogério (atual secretário de Desenvolvimento Econômico de Volta Redonda), seis netos e dois bisnetos.

Luto (II) – O prefeito Samuca Silva chegou a pensar em decretar luto oficial de três dias pela morte de Sérgio Loureiro. Mas não o fez porque Volta Redonda está de luto oficial em homenagem aos que já morreram por conta da doença. O luto permanece até o fim da pandemia.

Homenagem – Pelo Instagram, Samuca se despediu do amigo. “Que a família encontre paz e sabedoria em sua fé”, escreveu (ver reprodução).

Despedida (I) – Nas redes sociais, Rogério Loureiro se despediu do pai, postando uma foto onde os dois aparecem em um quarto de hospital, com a seguinte legenda: “Meus últimos momentos, desse que foi meu líder, minha inspiração, minha vida, meu amigo, meu amor, meu tudo! Se vai uma parte da minha!
Igual ele não tinha!
Tudo que tenho na vida partiu dele!
Vou te amar todos os dias da minha vida! Eternamente!”

Despedida (II) – Companheiro de Rogério no Palácio 17 de Julho, o empresário Joselito Magalhães, postou sua homenagem: “Me sinto honrado por conhecer um homem que construiu uma história unindo paixão pela profissão, empreendedorismo e extrema capacidade de liderar. Sérgio Loureiro deixa um legado de trabalho e compromisso social, com uma empresa que, sob sua liderança, superou limites da nossa região, do nosso Estado e, hoje, é uma das maiores do segmento no Brasil. Ele nos deixa bons exemplos e a certeza, de que com trabalho e amor ao próximo, podemos empreender e cumprir nossa missão”, avaliou.

Vai vendo (I) – Durante os últimos dois meses, pelo menos, o presidente da CDL-VR, Gilson de Castro, fez campanha aberta contra Samuca Silva. Agora, faltando menos de 10 dias para o fim do mandato do chefe do Executivo voltarredondense, Gilson reclamou que o prefeito não o ouviu ao tomar novas medidas de controle da Covid-19. Queria o quê?

Vai vendo (II) – Pelos corredores do Palácio 17 de Julho, alguns integrantes da equipe de Samuca contam que Gilson não teria sido convidado a dar pitacos por questão de urgência e preferência. “O prefeito decidiu tudo com o MP. Foi o órgão quem exigiu o toque de recolher”, revela uma fonte. Ou seja, quem manda mesmo é o MP. “Em Volta Redonda, no estado, no Brasil”, ironiza, pedindo para não ter seu nome revelado.

Pedido (I) – Inconformado por ter sido esquecido e tentando mostrar serviço para a classe que comanda, o presidente da CDL-VR enviou um ofício ao prefeito pedindo que o Palácio retificasse várias medidas do Decreto 16.422, o do toque de recolher. No documento, Gilson disse que teria apoio da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – Regional Sul Fluminense), presidida pelo empresário José Fardim e recentemente criada, e do Sipacon (Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Sul Fluminense), presidido por Paulo Roberto Dinis Marques.

Pedido (II) – Entre os principais pontos que Gilson & Cia queriam mudar estava o horário de funcionamento dos bares, restaurantes e similares, limitado às 20 horas. Por eles, seria até às 22 horas. E que postos de combustíveis, farmácias e padarias passassem a abrir às 5 horas. A Abrasel se deu bem nessa. Samuca entrou em contato com o MP e o horário passou para as 22 horas, sendo que música ao vivo só até às 20 horas.

Idosos – No ofício original, a CDL solicitou ainda que o horário de atendimento aos idosos, até 11 horas, fosse ‘preferencial e não exclusivo’. Nesse ponto, há controvérsias. É que o Art. 5º do decreto do toque de recolher prevê que “os idosos deverão ser atendidos exclusivamente até as 11 horas, nos estabelecimentos comerciais e esta medida valerá para todos os dias da semana”. Ou seja, o artigo não diz que as lojas só poderão atender idosos até às 11 horas. Muito pelo contrário. Dá a entender que os idosos só poderão ser atendidos até às 11 horas. Depois disso, que fiquem em casa.

Vizinhos – Outro ponto que Gilson, desafeto de Samuca, queria mudar é o artigo 4º, que proíbe a entrada de moradores de outras cidades das 10 às 18 horas na cidade do aço. Em vez de cutucar a onça com vara curta, o presidente da CDL poderia promover uma campanha pela TV para que moradores de cidades vizinhas marcassem consultas e procedimentos antes das 10. Compras nos mercados e nas lojas de Volta Redonda também. De 8 às 10 dá para fazer muita coisa…

Bebidas – Gilson foi além. Pediu que a prefeitura de Volta Redonda revogasse a proibição de venda de bebidas alcoólicas após as 20 horas. Deve ter ficado assustado com a repercussão da medida, pois antes que pedisse isso, as redes sociais já mostravam o caminho para quem gosta de tomar umas durante a noite: lançaram a Hastag #vamosbeberem
barramansa. Faz sentido, afinal, na cidade vizinha, os bares podem vender cerveja gelada, entre outras, até às 23 horas.

Faetec (I) – A Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) já está aceitando inscrições para as 2.370 vagas existentes para Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio (Normal e Formação Geral), Técnico de Nível Médio e Ensino Superior (Licenciatura e Tecnólogo). Quem estiver interessado deve se cadastrar em selecon.com.
br ou pelo site da Faetec, até 24 de janeiro. Para efetuar a inscrição, o candidato deverá ter obrigatoriamente o número do CPF.

Faetec (II) – A seleção para Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio (Normal e Formação Geral) nos Institutos Superiores de Educação será realizada por meio de sorteio, tendo como base o número do primeiro prêmio da Loteria Federal, do dia 6 de março. Para essas vagas, não será cobrada taxa de inscrição. Para as demais vagas, a taxa será de R$ 55. A isenção, para quem comprovar insuficiência de recursos financeiros, será concedida por meio da apresentação de documentação solicitada no edital. O pedido poderá ser feito somente até o dia 28 de dezembro.

Faetec (III) – As provas ocorrerão no dia 28 de fevereiro. Serão aplicadas questões de Língua Portuguesa e Matemática para os cursos técnicos. No Ensino Superior, a avaliação terá Língua Portuguesa, Matemática e Redação. Os concorrentes devem ficar atentos ao edital, que traz o cronograma com o resultado e o período de matrícula.

Degase (I) – O Ministério Público do Estado do Rio, por meio da 1ª Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude de Volta Redonda, expediu recomendação ao Degase para a manutenção das 32 câmeras já existentes e a instalação de novas câmeras de monitoramento em pontos cegos/áreas de sombra da unidade de cumprimento de me-dida socioeducativa de internação do Centro de Socioeducação Irmã Asunción de la Gándara Ustara (Cense), de Volta Redonda, no prazo de 90 dias.

Degase (II) – O objetivo, diz o MP, é melhorar a fiscalização na citada unidade, pois o parquet fluminense destaca o histórico de notícias e ações ajuizadas, em razão de agressões físicas e psicológicas ocorridas dentro da referida unidade.

Pets – Os pet shops que vendem cães e gatos podem ser obrigados a reservar também um espaço para adoção. Essa é a proposta do Projeto de Lei 471/15, do deputado Luiz Martins (PDT), que foi aprovado pela Alerj, em primeira discussão.

Emater-Rio – Na terça, 15, o Conselho de Administração da Emater-Rio aprovou a indicação de Marcelo Costa para presidente da empresa pública, em substituição a Stella Romanos. O cargo de diretor técnico será ocupado por Marconi Resende, extensionista de carreira da Empresa. Já a diretoria de Administração e Finanças continua com a advogada Magda Renata Rego.

Presidente – O atual presidente da Câmara, vereador Neném, que é uma espécie de filho do prefeito eleito Neto, teria dito que não quer mais comandar a Casa. Mesmo pressionado por Neto, Neném quer se recuperar direito da Covid-19. Quem tem tem, né?

Querendo – O vereador mais empolgado em assumir a presidência da Câmara e, possivelmente, a prefeitura interinamente, seria Sidney Dinho. Uma tarefa quase impossível, afinal Dinho brigou com muitos deles nos últimos meses. Xingou até a mãe de alguns. E político que se preza não esquece as desfeitas.

Transição – O ainda prefeito Samuca tem dito que não irá exonerar nenhum secretário no dia 31 de dezembro. Vai deixar a tarefa para o próximo prefeito. Quer permitir que seja feita uma transição em cada pasta para que os serviços não sejam paralisados.

Panelinha – Vereador eleito – e de primeira viagem –, Vander Temponi (PTB) não estaria muito satisfeito com a formação da Mesa Diretora da Câmara. Estaria reclamando com outros parlamentares sobre a existência de uma panelinha dos vereadores reeleitos. Nossa, que surpresa!

Detran – O teleatendimento do Detran passará a funcionar das 6 à meia-noite a partir de segunda, 21.

Fake news (I) – Na manhã de quinta, a prefeitura de Volta Redonda distribuiu nota à imprensa dando conta que as chuvas que atingiram a cidade no dia anterior teriam provocado danos ao Zoológico Municipal. E que o local só estaria aberto ao público a partir das 13 horas. “Foram contabilizadas quedas de quatro árvores, bambus e folhas. Além disso, o lago existente no zoo transbordou”, informou, garantindo que nenhum visitante ou animal teria ficado ferido.

Fake news (II) – A versão repassada pela secretaria de Meio Ambiente não bate com o que apurou o aQui. O Zoológico foi fechado por conveniência dos funcionários do local que, por volta das 8h30min, impediam a entrada de visitantes com agendamento marcado sem saber nem o que tinha acontecido direito na área interna do zoológico. Um homem, que teve acesso ao zoo para fazer sua caminhada diária, disse ao jornal que apenas alguns galhos haviam caído. “Nada sério e que possa impedir a entrada de visitantes”, disse. “É só tomar cuidado ao passar por eles (galhos)”, aconselhou.

Fake news (III) – A prova de que os funcionários da recepção não sabiam direito o que tinha acontecido é que um deles chegou ao cúmulo de dizer à reportagem do aQui que o Zoológico estava fechado por determinação do MP. Mentira pura. Sem contar que a má vontade com o público era mais do que visível. Lamentável.

Da série… – Se tinham decidido fechar o zoológico por ‘conta das chuvas’, por que os responsáveis pela unidade não avisaram aos que agendaram a visita ao Zoo para a manhã de quinta, 17? Os nomes estavam lá, era só ligar. Má vontade perde.

Interdição – No início da semana, em release, a prefeitura de Volta Redonda deu conta que a sua Força-Tarefa tinha interditado, até 26 de dezembro, nove estabelecimentos comeciais, denunciados “reiteradamente por descumprirem as normas de combate ao coronavírus”. As interdições foram nos seguintes locais: Black Jack, Moods Ginkeria, Auê Bar, Galpão 546, República Bar, Esquina Grill, Master Chopp, Clube Umuarama e Infinity Lounge. “Esses foram os estabelecimentos que mais tiveram reclamações. E, após uma apuração e diante das novas medidas de combate a Covid-19, decidimos pela interdição temporária. Nosso objetivo é salvar vidas. Não podemos permitir que ocorra mais uma onda de contaminação”, justificou Fabiano Vieira, secretário de Fazenda.

Mudou (I) – Para atender a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – Regional Sul Fluminense), que é presidida pelo empresário José Fardim, o prefeito Samuca aliviou a vida dos que vivem da noite, liberando a venda de bebidas alcoólicas até às 22 horas, duas horas a mais do que previa o decreto original. Mas manteve a proibição de consumo e comércio de bebidas alcoólicas em vias e espaços públicos.

Mudou (II) – Ontem, sexta, 18, Samuca editou um novo decreto. Boatos davam conta que ele teria acabado com o polêmico ‘toque de recolher’. Não acabou. As pessoas continuam proibidas de andar pelas ruas de meia-noite às 5 horas.

Manteve – Samuca manteve, entre outras, a proibição de música ao vivo em bares, restaurantes e similares, após as 20 horas.

Lavatórios – Os 15 lavatórios públicos de higienização das mãos estão de volta aos locais de onde foram retirados para manutenção e reparo. À época, muitos criticaram a prefeitura, dizendo que os equipamentos estavam perfeitos, que tudo era pirraça do prefeito Samuca Silva por ter perdido as eleições. Não era.

Chuvas (I) – Segundo cálculos da Defesa Civil, na quarta, 16, quando um temporal caiu sobre a cidade do aço, a chuva acumulada foi de 34 milímetros em apenas duas horas. Como a previsão é de novos temporais, o órgão pede atenção nas áreas de risco. “Pedimos para que os moradores fiquem atentos e, em caso de emergência, procurem um lugar seguro até a chuva cessar. É importante levar documentos pessoais, remédios de uso contínuo, celular, peças de roupa e alimentos”, detalhou o coordenador da DC, Bruno Soares, frisando que, em caso de emergência, a população deve entrar em contato com a Defesa Civil pelo telefone: (24) 3339-2064, 199 ou 156 no CAU.

Chuvas (II) – Na quarta, a DC registrou vários deslizamentos de terra e quedas de muros. Sem contar os alagamentos na entrada da Água Limpa, no Santo Agostinho e no Centro, como mostra a foto da cheia que interditou – mais uma vez – a Avenida Amaral Peixoto.

Barra Mansa (I) – A prefeitura de Barra Mansa vai desapropriar, amigavelmente ou não, uma área de 76 mil m2, localizada nas margens da Via Dutra, entre os km 273 e 274 da pista sentido Rio-São Paulo, altura do bairro São Silvestre, para construir um terminal rodoviário municipal/interestadual/internacional, como especifica o decreto n 10055, assinado pela prefeita interina Fátima Lima. A área já foi declarada de utilidade pública para fins da desapropriação.

Barra Mansa (II) – A prefeitura de Barra Mansa quitou, ontem, sexta, 18, a segunda parcela do 13° salário aos cerca de cinco mil servidores municipais. Valor liberado: quase R$ 4,8 milhões.

A copiar – Em São Paulo já existe uma lei estadual que proíbe farmácias e drogarias de exigirem o CPF do consumidor no ato da compra. A proibição ocorre diante da falta de informação clara e adequada sobre a abertura de cadastro ou registro de dados pessoais e de consumo, visando a concessão de descontos, de acordo com o art. 1º da Lei.
A violação pode ensejar ao comerciante ou ao estabelecimento comercial o pagamento de multa no valor de 200 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo – UFESPs, o que equivale a mais de R$ 5.000,00. Na hipótese de reincidência, essa multa é dobrada. A Lei 17.301/2020 determina ainda que as farmácias e drogarias deverão colocar avisos informando a proibição mencionada.

Ônibus – O governo Samuca fez igual ao governo Neto que, no apagar das luzes, decidiu ‘criar’ uma faixa seletiva de ônibus em Volta Redonda. A de Neto foi passando pela Vila até chegar ao Centro; a de Samuca foi pela Avenida Lucas Evangelista e Rua Luiz Alves Pereira. Trecho de 500 metros. É mole?

Salários – Os futuros vereadores de Rio Claro, eleitos no domingo, 15, já podem gastar por conta dos salários singelos que vão receber a partir de janeiro, de R$ 8.225,00. Detalhe: o valor do subsídio será mantido até dezembro de 2024. Corresponde a R$ 98.700,00 por ano, igual a R$ 394.800,00 pelos quatro anos de mandato. Fora o poder, né?

Agora é lei (I) – Toda a rede de saúde pública e privada, como hospitais, maternidades e autarquias estão obrigadas a divulgar o direito da mulher em trabalho de parto ser acompanhada pela doula. É o que determina a Lei 9.135/20, sancionada pelo governador em exercício, Cláudio Castro. A nova norma modifica a Lei Estadual 7.314/16, a chamada Lei das Doulas.
A medida determina que essa divulgação ocorra de forma virtual e física através de cartazes ou painéis eletrônicos, que deverão mostrar o seguinte texto: “É direito da mulher gestante a presença de doulas e de acompanhante durante o pré-parto, parto e pós-parto. O descumprimento deste direito implica em multa e sanções estabelecidas pela Lei n° 7314, de 15 de junho de 2016”.
“A existência da lei ainda é de fato desconhecida de parte da assistência obstétrica; muitos profissionais ainda colocam para as pacientes a necessidade de se optar pelo acompanhante ou pela doula. Em outros casos, não permitem sequer a permanência da doula durante todo o período englobado pelo trabalho de parto, parto e pós-parto”, justificou o autor da medida, deputado Carlos Minc (PSB).

Agora é lei (II) – Os taxistas autônomos, independentes de cooperativas ou associações, poderão realizar serviço de transporte intermunicipal de passageiros no estado do Rio, inclusive no agenciamento por central de rádio chamada ou por meios digitais. É o que determina a Lei 9.130/20, do deputado Dionísio Lins (PP), que foi sancionada pelo governador em exercício, Cláudio Castro.
A medida complementa a Lei 8.867/20, que regulamentou o serviço de táxi intermunicipal no estado do Rio. Segundo a norma em vigor, esta operação de táxi deverá, sempre e exclusivamente, ter origem no município de licenciamento e emplacamento do veículo, e os táxis devem estar com os seus taxímetros ligados nos trajetos de ida e vinda quando utilizados para outros municípios. “Embora sendo de extrema relevância, a Lei 8867/20 necessita de certas adequações, que poderão aperfeiçoar ainda mais a iniciativa”, justificou Dionísio.

Agora é lei (III) – Os consumidores poderão efetuar o cancelamento de contratos de fornecimento de produtos ou serviços nas lojas físicas ou por meio de telefone e de site na internet. É o que determina a Lei 9.133/20, já sancionada pelo governador em exercício, Cláudio Castro.
A norma, de autoria da deputada Martha Rocha (PDT), valerá desde que os serviços e produtos também possam ser contratados pelo mesmo meio de cancelamento desejado. O descumprimento da lei sujeitará ao infrator o pagamento de multa, no valor de 100 a 1000 UFIR-RJ, aproximadamente R$ 355,50 a R$ 3.555,00.
“O objetivo é facilitar o cancelamento dos serviços, já que atualmente a contratação de produtos ou serviços é facilitada aos consumidores, podendo ser celebrado por qualquer meio e local, mas o cancelamento desses contratos pode se tornar uma verdadeira ‘dor de cabeça’”, esclarece a deputada.

 

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