terça-feira, abril 16, 2024
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Bruno Marini avalia que povo merece uma cidade melhor

O anúncio oficial do lançamento da pré- candidatura do empresário Bruno Marini pelo PRTB, com apoio do Novo, previsto para hoje, sábado, 24, teve que ser adiado. Por um bom motivo, diz ele. “Estamos envolvidos na mobilização para levarmos apoio ao presidente Bolsonaro”, disparou, referindo-se ao ato que será realizado amanhã, domingo, 25, em São Paulo. Ele, é lógico, estará lá.
Só que o adiamento do lançamento do seu nome à sucessão de Rodrigo Drable, que contaria com a presença de várias lideranças estaduais e ainda dos futuros candidatos à Câmara de Barra Mansa, não impediu Bruno de falar de suas pretensões para as eleições marcadas para o dia 6 de outubro. “O povo precisa de uma cidade melhor”, pontuou, não se importando nem de falar do fim das alianças entre Rodrigo Drable e seus aliados, como o ex-deputado Marcelo Cabeleireiro, um dos seus futuros adversários.
Veja abaixo a íntegra da entrevista exclusiva de Bruno Marini ao aQui:

aQui: Hoje, sábado, o senhor irá se lançar como pré-candidato a prefeito de Barra Mansa. O que o levou a tentar mais uma vez se candidatar a prefeito?
Bruno Marini: Na verdade, e em função do nosso grupo estar envolvido na mobilização para a ida à Avenida Paulista amanhã, domingo, dia, 25, resolvemos adiar o evento de lançamento. Mas sim, sou pré-candidato a prefeito e a motivação para me candidatar novamente é mesma: elevar a autoestima da cidade, gerar emprego e renda e conectar a cidade como que há demais moderno em termo de inovação e tecnologia. Quero levar a minha experiência como empresário e administrador para alavancar Barra Mansa para uma visão de futuro.
aQui: Da eleição anterior para a atual, o que mudou em Barra Mansa? Bruno Marini: Infelizmente nada mudou, a política de Barra Mansa continua nas mãos dos chamados “profissionais
da política”, gente que se orgulha de entender e usar o sistema, mas que não entende de fazer a cidade crescer. Não entende que o povo merece e precisa de uma cidade melhor, com mais oportunidades e sem rancores e perseguições.
aQui: Quais são as suas principais metas?
Bruno Marini: Primeiro, promover um balanço geral nos números da cidade, implantar um sistema de combate aos desvios e desperdícios e com isso, pensar numa cidade para todos, conectada com a vida em primeiro lugar e resgatar a economia da cidade que já foi muito importante no Sul Fluminense.
aQui: O senhor terá apoio de quais legendas?
Bruno Marini: Atualmente conto com o PRTB e o Partido Novo, e estamos em conversas com mais dois partidos.
aQui: Como candidato da direita, o senhor acha que o PT de Lula poderá
surpreender nas eleições municipais?
Bruno Marini: Não creio. A realidade do país não está lá grandes coisas e depois, a população está mais preocupada com quem tem bagagem para resolver os problemas da cidade, que são muitos.
aQui: O fato de a esquerda não lançar apenas um candidato o ajuda ou atrapalha?
Bruno Marini: É um direito de todos colocar os nomes à disposição, mas muitos candidatos podem atrapalhar, uma vez que ajuda o candidato da máquina. Mas, eu tenho plena convicção de que a cidade não quer a continuidade do atual governo e vai optar por alguém não ligado ao prefeito, como é o meu caso.
aQui: Como analisa o governo Drable?
Bruno Marini: Na média, muito ruim, não vai deixar nenhuma grande realização. Não resolveu o grave problema das enchentes, como havia prometido, não resolveu o crônico
problema de abastecimento de água na Região Leste da cidade e não moveu uma palha para tirar Barra Mansa da vergonhosa situação de só tratar 3% do esgoto da cidade. O que for bom será aproveitado, mas muita coisa precisa mudar.
aQui: Como analisa as chances de o prefeito fazer seu sucessor?
Bruno Marini: A aprovação do prefeito está em baixa com tendência a piorar. Tecnicamente, isso dificulta fazer um sucessor. Depois de 8 anos de nada, terá muita dificuldade de convencer a população pela continuidade.
aQui: O senhor acha que o rompimento do prefeito com o Marcelo Cabeleireiro, por exemplo, o ajudará na campanha? Marini: Ainda é muito prematuro avaliar o cenário, pois o povo ainda não está conectado com eleição, mas o rompimento dele, Marcelo, com o prefeito só reforça a tese de que o governo está em baixa.

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